Professora de Língua Portuguesa e Inglês, Trabalhou com fantoches desde a infância, pois é descendente de família circence (Circo Rocha) e seu avô construía e manipulava mamulengos. Nas escolas, profissionalmente sempre se utilizou do recurso dos fantoches para contar histórias e estimular em seus alunos o gosto pela leitura. Atuou durante muitos anos em projetos de sala de leitura na escola pública, https://www.teatrodebonecoseaeducacao.com/p/quem-somos-nos
segunda-feira, 23 de setembro de 2019
PROJETO O PEQUENO PRÍNCIPE PROFESSOR RESPONSÁVEL: Patrícia Eliane Lopes PÚBLICO ALVO: Fundamental II BEM-VINDO! Venha nesta viagem fantástica, em busca de um tesouro desconhecido. Vamos juntos descobrir valores que podem deixar o nosso mundo melhor! VAMOS OLHAR O MUNDO PARA ALÉM DAS APARÊNCIAS… A tripulação guiada pela professora Patrícia, decidiu através da obra “O Pequeno Príncipe” viajar pelo mundo, diminuir as distâncias, ver com o coração e pensar melhor nas coisas que são certas e importantes… afinal de contas: “Somos todos tripulantes de um mesmo planeta.” (Antonie de Saint-Exupéry). O projeto desta turma nasceu da premissa de que o conhecimento pode ser obtido pela experimentação, pelo subjetivo da memória, pelo sensível e no intangível. OBJETIVO Valorizar a imaginação dos alunos a partir e para a construção da identidade através dos valores do livro com exemplo para suas vidas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Desenvolver o gosto pela literatura infantil;• Desenvolver a criatividade;• Estimular a fantasia e as mais diversas formas de representação e• expressão. METODOLOGIA Despertar o interesse do aluno para a leitura do livro do pequeno príncipe através da apresentação do filme do mesmo. Logo, fornecer-lhe experiências e modelos que lhe auxiliarão na construção de texto.
Devemos Identificar as necessidades educacionais especiais dos alunos; Conhecer os procedimentos e instrumentos de avaliação, como subsídios à prática pedagógica; Considerar as diferenças individuais dos alunos, valorizando as competências de cada um e a diversidade; Construir caminhos para a remoção de barreiras na aprendizagem , a partir da reflexão sobre os objetivos da prática avaliativa; Contribuir para a construção de uma escola inclusiva.
O presente documento inspira-se na intensificação dos movimentos em prol da efetiva melhoria da qualidade da educação para todos e com todos, oferecida em escolas que: - cultuem valores alicerçados na Democracia; - não excluam alunos e nem os rotulem; - funcionem como sistemas abertos; - criem condições para que seus atores também sejam autores das ações educativas; - se estruturem para funcionar como comunidades de aprendizagem; - busquem os meios necessários para remoção de barreiras para a aprendizagem e para a participação de todos, com todos e para toda a vida, isto é, - escolas que sejam inclusivas. É consensual a necessidade de rever e atualizar os conceitos e as práticas avaliativas tradicionais, normativas, padronizadas e classificatórias, em uso nos sistemas educacionais, substituindo-as por outras mais voltadas para a dimensão política e social da avaliação (Hoffmann, 2001).
No caso das necessidades educacionais especiais, os rumos da avaliação devem estar a serviço da implementação dos apoios necessários ao progresso e ao sucesso de todos os alunos, bem como para a melhoria das respostas educativas oferecidas no contexto educacional escolar e, se possível, no familiar. Igualmente é unânime a necessidade de resignificar os procedimentos e instrumentos de avaliação da aprendizagem em geral e os fins a que se destinam.Particularmente em se tratando de pessoas com deficiências e com limitações decorrentes de condutas típicas de síndromes neurológicas, psiquiátricas ou de quadros psicológicos graves.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário