terça-feira, 21 de maio de 2019

PROJETO LIVRO ZOOM Para realização das atividades o acervo literário da escola foi utilizado durante toda a execução do projeto. “Cerca de livros que foram lidos durante todo o ano, além disso fizemos releituras de obras de arte , completando que o trabalho foi desenvolvido em diálogo com outras disciplina ,livros ZOOM e A toalha vermela de Fernando Vilela,com imagens. Foram utilizados prêmios em sala de leitura para chamar atenção literárias mágicas’. Todo dia, cada aluno levava um livro para casa e compartilhava a leitura com os pais, e colocando seu nome para concorrer prêmios Segundo a idealizadora do projeto, as atividades pedagógicas foram realizadas em diversos espaços. “Os alunos saiam da sala de aula e realizavam atividades lúdicas e artísticas como contação de histórias ao ar livre e o ‘piquenique literário’, que inclusive despertaram muito a atenção das crianças”, destaca. Resultados De acordo com a professora, o projeto além de ajudar a motivar os alunos trabalhou o exercício da cidadania. “Essa transformação eu pude comprovar durante a cerimônia de encerramento em que os alunos se portavam de outra maneira, além de educados, fizeram leituras de agradecimento”. Diante deste cenário, foram realizadas aulas de contação de histórias, que acabaram culminando na realização de atividades práticas e teóricas no ano 2014. “Percebi que os alunos se sentiam motivados pela leitura, então a chave seria essa: trabalhar a literatura em sala de aula” ressalta. Metodologia Projeto Viajando pela Leitura , que consiste na leitura de um livro a cada período do ano letivo, por todos os alunos da sede e das extensões, sistematizado por uma sequência didática integradas ao planejamento de sala de aula que contribuam para a melhoria na qualidade de ensino ofertado, acreditando que a leitura é a chave que nos permite entrar em contato com outros mundos, ampliar horizontes, desenvolver a compreensão e a comunicação. Esse projeto busca através de um trabalho • conjunto, participativo e comprometido em ajudar a comunidade escolar a desenvolver o gosto pela leitura e pela produção de texto, possibilitando que estes se tornem leitores e escritores reflexivos, críticos e participativos da sociedade em que se encontram inserido, sujeito de suas ações . • . o Acrescentar ao cotidiano escolar a prática da leitura de livros paradidáticos, como fundamental no processo de aprendizagem; o Favorecer ao educando contato com as diferenciadas linguagens, através de diversas obras literárias; o Enriquecer a rotina escolar e estimular a leitura e a produção do texto escrito e oral; o Exercitar a leitura como prática democrática, fundamental na formação do senso crítico e da cidadania o Possibilitar a vivência de emoções e o exercício da fantasia e da imaginação, através da leitura e interpretação de obras lidas. OBJETIVOS • . META Envolver os 968 alunos das três séries do ensino médio matriculados nesta unidade escolar (sede e extensões) no desenvolvimento do projeto, no período março a dezembro, elevando em 80% o fluxo de empréstimos de livros paradidáticos, bem como minimizando as deficiências leitoras até então apresentada pelos alunos. • . METODOLOGIA o Apresentando a proposta do projeto aos Coordenadores Pedagógicos e PCA de Linguagens e Códigos; • o Selecionando em parceria com professores, e Coordenadores os livros a serem lidos pelos alunos; • . o Subsidiando professores e alunos na execução do projeto; o Articulando com a coordenadora do momentos de pesquisas, digitação dos textos produzidos, bem como a publicação no blog ;Face book da escola as atividades desenvolvidas; o Fazendo se necessário, intervenções que favoreçam os resultados almejados; o Realizando uma Aula inaugural do projeto na segunda quinzena de março, por turno, para socializar e sensibilizar os alunos para adesão do projeto, apresentando o projeto como um todo, explicando que as leituras são individuais, mas que as atividades a serem desenvolvidas a partir das leituras realizadas serão coletivas e deverão seguir a seguinte dinâmica: • . 1 - Primeira Etapa turma devera ler muitos livros diferentes, devendo a turma ser dividida em grupos que mais fizeram leitura até o final do ano , e distribuído 1 livro para cada equipe, de modo que cada livro seja lido por dois grupos. No momento da apresentação o professor sorteara quem fará a primeira apresentação e quem fará a segunda, para que possam confrontar as opiniões sobre as leituras realizadas, na própria sala de aula, como um a preparação para próximas etapas. 2 – Segunda Etapa – Cada sala deverá ser dividida no mínimo em quatro grupos, devendo ser entregue um livro para cada grupo para ser lido e apresentado a leitura de forma cênica (apresentação de esquete teatral ou uma produção em vídeo). Esta apresentação deverá ser feita por turno utilizando o espaço da quadra poliesportiva ou a própria sala de leitura.. • – Terceira Etapa – A Dinâmica de distribuição de livros seguirá a mesma da etapa anterior, mas o resultado das leituras deverá ser cobrada em forma de avaliação escrita, com questionamento sobre os livros lidos . 4 – Quarta Etapa – Também segue a mesma distribuição de livro das etapas 2 e 3, mas o resultado das leituras realizadas deverão ser apresentado por uma resenha, para ser publicado no blog da escola facebook e com sugestão de leitura e com a produção de paródias e cordéis para ser apresentado por turno na quadra poliesportiva da escola ou na sala de leitura. • RECURSOS HUMANOS A realização do projeto dependerá do envolvimento de toda comunidade escolar , mas fundamentalmente de um profissional que coordene o Projeto, articule e incentive alunos, professores e PCA de linguagens e códigos a execução das atividades planejadas. • RECURSOS MATERIAIS Será basicamente o empréstimo de Livros Paradidáticos da sala de leitura da escola (SEDE), os livros da . RISCOS E DIFICULDADES • A falta de um profissional do Centro de Multimeios que coordene e acompanhe de forma sistemática todas as etapas de desenvolvimento do projeto, tendo em vista que o Centro de Multimeios tem apenas um regente para atender toda a demanda de o atividades desenvolvidas nesse ambiente, impossibilitando um trabalho mais direcionado que necessita no projeto. o Desinteresse de alguns alunos em participarem das atividades propostas, impossibilitando atingir a meta determinada. • . RESULTADOS ESPERADOS o Sensibilização dos alunos para importância da leitura no processo ensino aprendizagem; o Estímulo e apreciação pela leitura, com elevação na compreensão do ato de ler a partir das atividades desenvolvidas; o Melhor desempenho no processo ensino aprendizagem, que é foco principal. • . AVALIAÇÂO Será realizada de forma contínua, cumulativa e sistemática, no decorrer do projeto e em especial nos momentos de apresentação das atividades propostas, com o objetivo de diagnosticar e buscar identificar os conhecimentos construídos e as dificuldades de uma forma dialógica, com interação necessária em um processo de construção e de reconstrução que depende de novas tomadas de decisões, com foco nos objetivos propostos. •
10 Principais habilidades psicológicas A CADA COMPETIÇÃO, OS ASPECTOS psicológicos são fundamentais para determinar os rumos de grandes decisões. São nesses momentos que se manifestam positiva ou negativamente essas questões. Muitos atletas se queixam de episódios ocorridos que evidenciaram a falta de preparo mental para o jogo de tênis. Esses acontecimentos não são meros detalhes, há inúmeros exemplos de partidas que foram decididas justamente por consequência de componentes emocionais, a favor ou contra, os vencedores e derrotados. Sendo assim, quais as principais habilidades psicológicas que um tenista deve possuir para se tornar um atleta diferenciado? Devemos levar em conta os padrões de comportamento e as características individuais. Comportamentos são aprendidos e as pessoas podem mudar características ao longo do tempo, qualquer habilidade pode ser desenvolvida. MAS, AFINAL, O QUE É HABILIDADE PSICOLÓGICA? Como o nome já diz, habilidades são qualidades ou atributos a serem obtidos. Tal como as habilidades físicas e técnicas, as psicológicas necessitam de tempo, prática, repetição e conhecimento para que se possa melhorar o desempenho e obter resultados mais consistentes. Todos os aspectos que vamos listar a seguir podem ser desenvolvidos em longo prazo e podem até ser transferidos para vida fora do âmbito esportivo. 1. EQUILÍBRIO EMOCIONAL Os esportes competitivos talvez sejam um dos poucos fenômenos sociais em que as emoções oscilam abruptamente. Se nos espectadores é comum, imagine nos protagonistas. Desenvolver o equilíbrio emocional é fundamental para um tenista. Um erro pode ocasionar uma avalanche de sentimentos negativos e levar à derrota. Saber retornar desses momentos (frequentes) dos jogos é uma habilidade que pode ser diferencial para uma decisão e até para a carreira de qualquer futuro atleta. A tensão exacerbada proporciona emoções negativas como raiva, frustração e medo. Como consequência, pode-se desencadear problemas durante a atuação, incluindo a tensão muscular e desvio de concentração, que propicia as distrações, lentidão de raciocínio na execução de golpes, movimentos lentos, entre outros. DICA Utilize o tempo entre os pontos a seu favor. Cerca de 70% de um jogo de tênis se passa com a bola parada. 30 segundos podem lhe ajudar muito para reduzir seu ritmo cardíaco e ansiedade. Relaxe os músculos dos braços, respire profundamente. Usar esse tempo favoravelmente torna-se imprescindível. 2. CONCENTRAÇÃO Sempre ouvimos alguém dizendo "Concentre-se", "Foco", etc. Você sabe o que é isso? No esporte, estar concentrado é um dos aspectos importantes para o bom rendimento. No tênis, é vital. A concentração é um tipo de percepção. A percepção é basicamente é uma capacidade cognitiva que nos faz reconhecer o mundo ao nosso redor através dos sentidos (visão, tato, olfato, audição, paladar). Portanto, para perceber alguns eventos que nos cercam, nosso cérebro utiliza a atenção. Nosso ambiente está cercado por vários estímulos que aguçam a nossa percepção, e a atenção seleciona e codifica alguns deles que nos interessam no momento. Quando focamos em poucos estímulos, utilizamos a concentração - que nada mais é do que prestar mais atenção naquilo que é relevante para nós naquele determinado momento. Ou seja, em quadra seria focar na bolinha, no adversário, nos pensamentos e nas sensações corporais. Quando você ouvir alguém falar de foco, lembre-se de um feixe de luz iluminando um local escuro. A falta de concentração em determinados momentos do jogo é uma das queixas mais frequentes que os psicólogos do esporte escutam não só de tenistas, mas de atletas de diversas modalidades (exemplos: como se concentrar e não ficar pensando na torcida, na prova da próxima semana, no namorado, na festa de aniversário etc). No tênis as interações são rápidas, as trocas de bolas, o saque, a movimentação, por isso a concentração é uma habilidade muito influente. Em outros esportes, o nível de concentração não precisa ser tão exacerbado. DICA Muitas vezes, os jogadores ficam remoendo os erros, pensando neles durante grande período e esquecem de focar no "Aqui, agora". Isso desconcentra. Os rituais ajudam muito a manter o foco. Foque-se nos aspectos relevantes ligados ao desempenho da tarefa no momento que está acontecendo. Tenha pensamentos positivos. 3. TOLERÂNCIA À FRUSTRAÇÃO/ PERSEVERANÇA As derrotas podem ensinar mais do que as vitórias. Pouco tempo atrás, Novak Djokovic era um coadjuvante em relação a Rafael Nadal e Roger Federer. Em diversas entrevistas, ele disse que aprendeu muito com as suas derrotas. Esse foi seu principal combustível para se desenvolver, estudar os seus erros e obter a confiança para perseverar. Alguns adversários são mais do que simplesmente rivais, eles podem proporcionar indiretamente as condições para a evolução de um atleta. Encontre o lado positivo em suas derrotas. Se a derrota equivalem ao fracasso, nunca se ganhará a batalha da confiança com esse tipo de crença. Tenha a capacidade de aprender muito mais com uma derrota que de com uma vitória. DICA Seu lema deve ser sempre: "Ganhando ou perdendo, vou dando outro passo adiante em busca de evolução". Isso independentemente do resultado de suas partidas. 4. DESEMPENHO SOB PRESSÃO E SOB ADVERSIDADES Controlar a ansiedade nos momentos mais difíceis, fechar um game, um set, no match-point, ou, pelo contrário, tentar reverter um placar adverso, quebrar o saque do adversário quando acabou de perder, são comportamentos típicos que ocorrem durante os jogos e que naturalmente põem pressão em quem está atuando. Todo atleta, antes do início de uma partida, sente-se ansioso, agitado, apreensivo de que possa acontecer algo inesperado. Não é adequado que essas sensações cresçam e se tornem amedrontadoras a ponto de as pessoas não conseguirem realizar plenamente suas capacidades. Aceitar que a ansiedade é inevitável na competição e saber que pode lidar com ela é uma habilidade essencial para recuperar o controle psicológico na sequência de acontecimentos inesperados ou distrações. Superar o medo, ele é uma emoção natural do ser humano e pode ser controlado. O psicólogo do esporte canadense, Garry Martin, ensina que, para eficácia dos aspectos psicológicos - quando eles são transferidos para o ambiente das competições -, os treinos devem ser o mais semelhante possível às exigências durante o torneio. É importante treinar saques e outros golpes, mas deve ser dado tempo para treinar questões mentais. Como isso pode ser feito? Simulando condições típicas competitivas, treinos mais intensos, com jogadores roubando os pontos, perdendo sets, com torcida a favor ou contra, com ruído e som alto, com placares adversos etc. Na preparação para os Jogos Olímpicos de Pequim 2008, a equipe de badminton chinesa utilizou de muitos treinos simulados, principalmente com o ginásio lotado, para ensinar aos seus atletas como lidar com a pressão da torcida e adversidade de um jogo, já que esse esporte é um dos mais populares na China. Portanto, a pressão pelo ouro olímpico seria inevitável. Os atletas chineses não decepcionaram levaram todos os ouros da modalidade. Mesmo os grandes gênios do esporte, em algum momento da carreira, tiveram obstáculos e percalços e precisaram se superar para reconduzir sua trajetória. Essa característica é chamada de resiliência, termo que, assim como a palavra estresse, vem da física, e a psicologia emprega para designar o indivíduo que consegue ultrapassar grandes adversidades, resistir às pressões e, com muito esforço, reconduzir a sua vida. Na resiliência, a motivação é componente primordial de todo o processo de superação. DICA Respire profundamente entre os pontos, antes de sacar e quando se sentir agitado ou distraído. 5. AUTOCONFIANÇA Confiar em si mesmo e na sua equipe é uma habilidade que deve ser desenvolvida. Quem não a possui dificilmente consegue se dar bem no tênis. Autoconfiança é diferente de soberba, é entender que você possui qualidades e também limitações, é saber utilizar suas qualidades nos momentos negativos e trabalhar suas limitações nos treinos. Assim como saber perder, aprender com as derrotas é uma lição importante, valorizar e usufruir das vitórias também é um comportamento que estimula a autoconfiança. Compartilhar sua felicidade com os colegas de equipe é uma atitude que lhe ajudará a desenvolver isso. Nos momentos de crise e adversidade, é necessário se lembrar das sensações da vitória, do prazer proporcionado ao conseguir um objetivo. Pensar positivo, ter uma atitude positiva, verbalizar coisas positivas é tão importante em treino quanto em competição. Essas ações repercutem em nosso corpo, deixando-o mais relaxado e equilibrado para executar os movimentos necessários. Corpo e mente estão interligados e, por isso, as atitudes negativas também refletem em nosso corpo. A consequência, entre outros aspectos, é o desequilíbrio e a diminuição da performance. Em competição, quanto mais você enfrenta adversidades, mais positivo tem que ser para construir a sua confiança e autoestima. A confiança está relacionada diretamente com o êxito percebido. Então, muitas vezes os tenistas só acham relevantes as vitórias nas partidas, quando o mais importante é sua atitude durante o jogo, ou seja, há jogos que se vence jogando mal e outros que se é derrotado jogando bem. DICA Uma estratégia que pode ajudar é o autodiálogo positivo, não só nos momentos de dificuldade, mas também nos acontecimentos positivos. No autodiálogo, o objetivo é ajudar os tenistas a controlar os seus pensamentos durante o treino e a competição para contribuir com o sucesso. Vibre bastante. 6. MOTIVAÇÃO Podemos definir motivação basicamente como os motivos que nos levam às ações em busca de nossas metas em todos os aspectos de nossas vidas. Pode ser exemplificada também como a direção e a intensidade de nossos esforços. Sejam eles estudar para passar no vestibular ou treinar intensamente o ano todo para ganhar um campeonato. Motivação é uma "energia psicológica" que faz com que nos comportemos de determinadas maneiras. Para saber o que lhe motiva é imprescindível ter autoconhecimento. Portanto, quando falamos de motivação não existe "receita de bolo", pois ela é pessoal, individual e exclusiva. Não há motivação sem busca por metas. As metas podem tornar nossos sonhos e ambições profissionais palpáveis, desde que façamos algo para alcançá-las. É preferível, do ponto de vista psicológico, que se pretenda alcançar metas de atuação em vez de resultados. As metas de atuação podem ser controladas. Os resultados, não. As metas de atuação são de esforço, por exemplo: ter uma boa atitude durante o jogo; manter-se confiante nos momentos difíceis; atacar em bolas curtas; jogar preferencialmente golpes cruzados ou subir à rede. Esse tipo de meta é mais fácil de executar, depende exclusivamente do indivíduo. As metas por resultados (ganhar um torneio, chegar às quartas-de-final, dar um "pneu" no adversário) são mais complexas de se atingir, pois não dependem fundamentalmente do indivíduo, mas de outras variáveis que não podem ser controladas e a probabilidade de frustração é muito alta. DICA Estabeleça metas (de curto, médio e longo prazo) e escreva-as. Elas tem que ser: específicas (melhorar um golpe), mensuráveis (possível de ser medida), dentro do controle (possível de ser adquirida com treino), realistas (de acordo com suas habilidades no momento) e de limite temporal (data para conseguir realizar). 7. RESPEITO Respeitar o adversário, as regras do jogo, o fair-play, o ambiente competitivo, os horários da partida, os árbitros, assistentes e colaboradores deve ser um objetivo. Apesar de o tênis ser um esporte individual, ele é um jogo e necessariamente precisará de pelo menos outra pessoa para dividir a quadra. Por mais que em determinadas ocasiões algum adversário tenha um comportamento desrespeitoso, tenha uma atitude superior e não caia nesse tipo de "catimba". DICA Adversários sim, inimigos não. REGINA MATAVELLI

segunda-feira, 20 de maio de 2019